sexta-feira, 7 de julho de 2017

3º ADORAI

O LUGAR QUE DEUS DETERMINOU

O LUGAR QUE DEUS DETERMINOU As vezes DEUS age de forma inusitada para cumprir o seu PROJETO em nós. Ele pode faze-nos, mudar para uma outra terra, como fez com Abraão. Ele pode cancelar a nossa aposentadoria, como fez com Moisés. Ele pode nos transportar de forma dolorida, como fez com Jonas. Ele pode nos deixar no meio de inimigos famintos num cova, como fez com Daniel. Todavia: O seu ALVO será atingido. A sua vontade será feita e o seu projeto em nós, será realizado. Abraão tornou-se PAI de uma Grande nação. Moisés, tornou-se líder dos Hebreus. Jonas, levou uma cidade ao arrependimento. Daniel, tornou-se o profeta que viu o futuro. DEUS é o piloto da nave que nos leva ao Centro de sua vontade. Não importa como nos levará, o que importa é sabermos que chegaremos ao LUGAR que Ele determinou.

segunda-feira, 6 de março de 2017

O DESPERTAR DA FÉ DE PROVISÃO

UMA NOVA VISÃO Aquilo, que ouvimos muito, forma a nossa teologia própria e, muitas vezes, ela entra em conflito com a direção do Espírito Santo para nossa vida. E quando isso acontece, geralmente desobedecemos à voz do Espírito Santo, para ficarmos com a teologia que aprendemos e que, de certa forma, domina a nossa percepção de fé. Quando Deus começou a me mostrar que eu deveria pregar sobre “Visão de Provisão”, resisti por um momento. A Eliene e eu estávamos passando por grandes provas naquela segunda Igreja que pastoreávamos. Os membros daquela Igreja, que já eram poucos, estavam, na sua maioria, desempregados e endividados. Um estado de miséria havia se instalado naquela região, fazendo com que as pessoas vivessem em escassez e sem esperança no amanhã. Ao olhar para os membros daquela igreja, somente descrença com dias melhores conseguia se ver em cada rosto. Numa quarta feira pela manhã, estava orando no quarto, chorando e perguntando: “Deus o que faço?” Sem resposta momentânea sai do quarto e quando estava no corredor da casa, ouvi uma voz dizendo: “Faça uma campanha para Eu prosperar meu povo.” Eu, jovem obreiro, com poucas experiências, nunca antes havia pensado em campanha, muito menos de prosperidade. Porém, naquele momento, como que num disquete, tudo estava na minha mente, como deveria fazer. À noite, diante daquela pequena Igreja com menos de cem pessoas, eu disse: “Irmãos, na sexta-feira começaremos uma campanha pedindo para Deus prosperar o seu povo. O nome será: “Campanha da Prosperidade”. A Igreja recebeu com entusiasmo, mas após o culto todos queriam saber como e o porquê de uma campanha como aquela se na naquela Igreja nunca ninguém havia falado neste assunto e, além do mais, parecia mais assunto de outra igreja. Ao mesmo tempo em que queriam que eu fizesse a campanha, mostravam-se em dúvida quando ao resultado que ela produziria. Ao mesmo tempo em que desejavam prosperar, relutavam em deixar a mesmice e tentar algo novo. As indagações foram tantas que cheguei a pensar em desistir. Então, me lembrei de um texto bíblico. “Olha, faze tudo conforme o modelo que te foi mostrado no monte.” (Hb 8.5b) O Monte era o meu quarto de oração. A minha visão teológica baseava-se naquilo que eu tinha aprendido com pastores e professores da Escola Dominical desde minha infância. Mas, ao lembrar-me deste versículo pude crer que Deus estava me dizendo: “Faze tudo conforme o modelo que te foi mostrado no monte”. Era como se Deus estivesse falando: “O modelo da Arca, não foi Noé quem criou, fui Eu! O modelo do tabernáculo não foi Moisés quem criou, fui Eu! O modelo do templo não foi Salomão quem criou, fui Eu! Davi, Paulo, os profetas e apóstolos fizeram o que fizeram, obedecendo o meu modelo, o projeto que Eu criei. Você precisa fazer o que Eu lhe digo para fazer. Este será o meu modelo para a sua provisão e para o sucesso do seu ministério.” Glória Deus! Finalmente, pude compreender o rumo que tomaria a ministração que faria a partir daquele momento. Eu tinha de ouvir e obedecer à voz de Deus. Eu não podia fazer as coisas simplesmente porque “elas sempre foram feitas desta ou daquela forma”. Eu tinha de ter a minha própria experiência com Deus e obedecê-lo no projeto que traçava para mim. Você compreende isso? Às vezes, queremos fazer dos projetos dos outros, os nossos projetos, das experiências alheias, a nossa bússola para alcançar a bênção. Mas Deus tem um modelo específico para o viver de cada pessoa. Eu teria de obedecê-lo e fazer o que me mandava fazer. De início, surgiram muitas perseguições, muitas pessoas me indagavam o porquê, e até mostravam com habilidade e rapidez de raciocínio teológico, textos bíblicos que achavam que condenavam uma atitude como aquela. Certa vez, um Pastor amigo meu, perguntou: - Daniel! De quantas semanas será a campanha? Respondi. - Sete. Ele com espanto perguntou. - Por quê? - Os sete mergulhos de Naamã, as sete voltas ao redor de Jericó, os sete selos e, acima de tudo, porque senti esta orientação. Depois de balançar a cabeça sinalizando negativamente, ele respondeu. - Estes foram casos específicos. Não há mandamento para se fazer novamente. Com um sorriso nos lábios, olhei para o pastor e disse. - Não há mandamento, mas também não há proibição. Neste caso, age assim quem acreditar e, acima de tudo, quem receber orientação do Senhor. Claro que eu sei que não é a questão numérica que faz Deus agir. Não são os sete isso, os cinco ‘aquilos’, etc... É a obediência à sua palavra. Para muitos, qualquer tipo de mudança, mesmo sendo extremamente necessária, é considerada anátema. Estes são os chamados radicais temperamentais que habitam no polo do conservadorismo exacerbado e para eles não há diálogo ou consenso, pois “pau é pau e pedra é pedra”. Começamos então, com determinação e fé, a campanha para Deus prosperar o povo daquela pequena igreja no ano de 1997. A resposta de Deus foi imediata. Todos os dias alguém tinha um testemunho para contar. Desempregados obtiveram empregos, muitos negócios foram criados por vários irmãos e, no final daquela campanha, a realidade daquela Igreja era outra. Nunca mais preguei porque o pastor fulano pregava assim, ou fiz porque um grande pastor fazia assim. Não! Quando prego sobre algo e acredito em alguma coisa o faço porque a Bíblia diz: “Assim diz o Senhor”. É evidente que temos muito que aprender uns com os outros, mas não podemos fazer disso uma regra. Na verdade, a regra mesmo é ter a Bíblia como bússola e o Espírito Santo como orientador. Só vou parar de ministrar sobre “Visão de fé e Provisão”, quando não houver resposta de Deus, quando não vir portas se abrirem e quando a palavra do Senhor passar e não fizer mais efeito. Coisas que jamais acontecerão. “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mt 24.35) Quando buscamos a Deus com sinceridade e humildade, Ele tira os velhos conceitos que temos, que impedem o crescimento da obra e nos faz viver em uma nova dimensão de vida. Hoje, creio piamente, que toda provação que passei naquela Igreja, era apenas Deus me preparando para compreender quão grandes coisas Ele pode fazer por nós, quando permitimos que nos dê uma nova visão. Muitos têm perdido a visão da sua terra prometida justamente por ouvirem demais as pessoas. Ora! Quando Deus nos dá um alvo, jamais podemos deixá-lo escapar da nossa visão por opiniões de quem quer que seja. Você compreende o que eu quero dizer? Há uma coisa que precisa ser entendida e, sobretudo aceita, é que Deus está acima dos nossos dogmas e rituais, até mesmo da nossa própria liturgia, e não está limitado às impressões humanas, sendo suas ações plenamente soberanas (Is 43.13; I Co 12.6,11; Ef 1.19-23; Fp 2.9,12,13).

CAMPANHA DE PROVISÃO TOTAL 2017 - " E o meu DEUS, segundo as suas Riquezas em Glória, suprirá todas as vossas necessidades por Cristo Jesus".(Fl 4.19)